República dos Assassinos: memória em um Brasil de “Homens de Aço”

Este artigo apresenta uma análise sociológica do filme República dos Assassinos (1979), de Miguel Faria Júnior, a partir dos conceitos de testemunha, trauma e vítima de Cynthia Sarti e Myriam Jimeno. Ao dissecarmos as personagens da travesti Eloína e da atriz Marlene, será possível vislumbrar como...

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Main Authors: Leonardo Corrêa Figueira, Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque
Format: Article
Language:English
Published: Universidade de São Paulo 2024-12-01
Series:Significação: Revista de Cultura Audiovisual
Subjects:
Online Access:https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/216108
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Summary:Este artigo apresenta uma análise sociológica do filme República dos Assassinos (1979), de Miguel Faria Júnior, a partir dos conceitos de testemunha, trauma e vítima de Cynthia Sarti e Myriam Jimeno. Ao dissecarmos as personagens da travesti Eloína e da atriz Marlene, será possível vislumbrar como ambas estão inseridas nos três conceitos indicados, devido a suas respectivas interações com Mateus Romeiro, membro dos “Homens de Aço”. Assim, a película contribui para o estabelecimento de uma memória que forneça um lugar para a dor das vítimas do Esquadrão da Morte e para a denúncia das atrocidades de grupos paramilitares que prevalecem até os dias de hoje.
ISSN:1516-4330
2316-7114