Composição e variabilidade da comunidade de rotifera em um reservatório tropical

A comunidade de rotí­­feros do reservatório da Usina Hidrelétrica de Tucuruí­­, Norte do Brasil, foi estudada quanto í­Â  sua composição e resposta frente a variações espaciais e temporais na região, correlacionando-as com o fitoplí­¢ncton. Amostras da comunidade de rotí­­feros e de fitoplí­¢ncton...

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Main Authors: Márcia Francineli da Cunha BEZERRA, Bethânia Alves SENA, José Eduardo MARTINELLI-FILHO, Luiza NAKAYAMA, Otávio Mitio OHASH
Format: Article
Language:English
Published: Instituto de Pesca 2018-07-01
Series:Boletim do Instituto de Pesca
Subjects:
Online Access:https://institutodepesca.org/index.php/bip/article/view/415
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Description
Summary:A comunidade de rotí­­feros do reservatório da Usina Hidrelétrica de Tucuruí­­, Norte do Brasil, foi estudada quanto í­Â  sua composição e resposta frente a variações espaciais e temporais na região, correlacionando-as com o fitoplí­¢ncton. Amostras da comunidade de rotí­­feros e de fitoplí­¢ncton foram coletadas na superfí­­cie, com redes de plí­¢ncton (60 e 20 µm respectivamente), em dez pontos distribuí­­dos a montante e a jusante da UHE e nos meses de maior e menor precipitação. Em relação í­Â  frequência, 29 táxons de rotí­­feros e 19 de fitoplí­¢ncton foram considerados muito frequentes, dentre os quais, os rotí­­feros Keratella americana, K. cochlearis e Rotaria sp. e as microalgas Eudorina elegans, Micrasterias radiata e Microcystis aeruginosa foram as espécies dominantes. Os í­­ndices ecológicos não apresentaram variações espaciais e temporais significativas para os rotí­­feros, sugerindo uma possí­­vel resiliência frente aos distúrbios temporais, com uniformidade na distribuição dos táxons registrados.  
ISSN:1678-2305