Satisfação com a vida em idosos: prevalência e determinantes
Nos últimos anos, tem-se verificado uma preocupação social em manter os idosos em casa, surgindo assim o serviço de apoio domiciliário numa tentativa de evitar a institucionalização. Este serviço vai tentar agir em conjunto com a família (quando esta existe), para que os idosos não se sintam como um...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Católica Portuguesa, Instituto de Gestão e das Organizações da Saúde
2015-01-01
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| Series: | Gestão e Desenvolvimento |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.ucp.pt/index.php/gestaoedesenvolvimento/article/view/274 |
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| Summary: | Nos últimos anos, tem-se verificado uma preocupação social em manter os idosos em casa, surgindo assim o serviço de apoio domiciliário numa tentativa de evitar a institucionalização. Este serviço vai tentar agir em conjunto com a família (quando esta existe), para que os idosos não se sintam como um estorvo mas sim felizes e satisfeitos com a vida. A satisfação com a vida é um construto que corresponde a um desejo em qualquer fase da vida, incluindo na velhice, sendo influenciado por diversas variáveis pessoais, sociais e psicológicas. Objetivos: Identificar a satisfação com a vida em Idosos com apoio Domiciliário e sua relação com variáveis sociodemográficas e psicossociais. Métodos: O modelo de investigação adoptado, é do tipo quantitativo, não experimental, descritivo, correlacional, retrospetivo e transversal. Participaram no estudo 66 idosos. O instrumento de colheita de dados utilizado integra as secções: Fatores pessoais, Fatores situacionais, Escala de Avaliação da Funcionalidade Familiar, escala de Investimento na vida Pessoal e a Escala para Medida da Satisfação com a Vida. Resultados: A população estudada é maioritariamente feminina, com idades superiores a 70 anos e predominante casada. São pessoas pouco alfabetizadas (4ª classe mais comum), reformadas por limite de idade, possuindo parcos recursos económicos. Beneficiam do serviço de apoio domiciliário em média entre 1 a 8 horas semanais, e a perceção que têm sobre as ajudas em situação de emergência, doença e/ou financeiras é muito positiva. A maioria perceciona ainda famílias com moderada disfunção e entendem ter tido um investimento pessoal entre moderado/elevado. A maioria dos Idosos está pouco ou moderadamente satisfeita com a vida, porém não se obtiveram correlações estatísticas significativas entre esta e as variáveis sociodemográficas e psicossociais. |
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| ISSN: | 0872-556X 2184-5638 |