Preditores clínicos de gravidade da epistaxis idiopática: revisão retrospetiva de doentes internados

Objectivos: O estudo dos fatores de risco da epistáxis idiopática tem mostrado resultados discordantes. O objetivo deste estudo é identificar os preditores de gravidade dos doentes internados por epistáxis idiopática. Desenho do Estudo: Observacional, analítico, caso-controlo, retrospectivo....

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Main Authors: Diogo Tomé, Marta Canas Marques, Paulo Rocha Pereira, Marco Simão, Óscar Dias
Format: Article
Language:English
Published: Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery 2019-11-01
Series:Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Subjects:
Online Access:https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/2277
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Description
Summary:Objectivos: O estudo dos fatores de risco da epistáxis idiopática tem mostrado resultados discordantes. O objetivo deste estudo é identificar os preditores de gravidade dos doentes internados por epistáxis idiopática. Desenho do Estudo: Observacional, analítico, caso-controlo, retrospectivo. Material e Métodos: Analisámos 134 internamentos, num período de 10 anos. A amostra foi dividida em dois grupos de gravidade. Realizámos uma análise bivariada e multivariada para estudar a associação entre a gravidade da doença e os potenciais fatores preditores. Resultados: A doença “Muito grave” ocorreu em 88 casos. A presença de patologia cardíaca foi preditora de doença mais grave, enquanto a Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) foi preditor de doença menos grave. Conclusões: A patologia cardíaca foi preditora de maior gravidade da epistáxis idiopática. Nos doentes com este tipo de patologia deverá ser considerada a avaliação precoce por um cardiologista. Curiosamente, a DM2 foi associada a uma menor gravidade de epistáxis.
ISSN:2184-6499