A tectónica da infra-estrutura: construir o espaço público na cidade alargada
Tendo em conta a encruzilhada de conceitos, de contradições e indefinições que tendem a fragilizar do ponto de vista disciplinar, não apenas o saber teórico e prático, mas também o papel do arquitecto e da arquitectura, na definição do espaço público e da cidade, e tendo em conta a maior complexidad...
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
DINÂMIA’CET – IUL, Centre for Socioeconomic and Territorial Studies
2017-06-01
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| Series: | Cidades, Comunidades e Território |
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| Online Access: | https://journals.openedition.org/cidades/448 |
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| author | Rodrigo Coelho |
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| collection | DOAJ |
| description | Tendo em conta a encruzilhada de conceitos, de contradições e indefinições que tendem a fragilizar do ponto de vista disciplinar, não apenas o saber teórico e prático, mas também o papel do arquitecto e da arquitectura, na definição do espaço público e da cidade, e tendo em conta a maior complexidade e a maior incerteza no que diz respeito aos processos de construção da cidade e do espaço público, este texto procura evidenciar, a partir de um exemplo concreto – as intervenções realizadas no espaço público no âmbito da 1ª fase do projecto do metro do Porto – a plausibilidade e necessidade de (continuar a) pensar e materializar o espaço público na cidade contemporânea enquanto suporte projectado e construído dotado de desígnios e de formas precisas e significantes.Fundamentalmente procuraremos salientar a urgência da reafirmação do papel urbanístico do espaço público na construção da cidade presente e futura e, consequentemente, na necessidade de identificação e justificação do valor ou significado do projecto, ou seja, na relevância que o acto de projectar e construir o espaço público ainda pode ter, em particular na cidade alargada1. A 1ª fase do projecto do Metro do Porto, que teve como coordenador geral Eduardo Souto de Moura, e se tem vindo a materializar no terreno entre 1999 e 2008, permitiu não apenas afirmar a potencialidade das intervenções do metro enquanto elementos estruturantes de um urbano mais disperso (permitindo a requalificação contínua de importantes tramos urbanos), como tornou possível o reconhecimento de uma “nova tectónica” para o conjunto metropolitano. |
| format | Article |
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| institution | OA Journals |
| issn | 2182-3030 |
| language | English |
| publishDate | 2017-06-01 |
| publisher | DINÂMIA’CET – IUL, Centre for Socioeconomic and Territorial Studies |
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| series | Cidades, Comunidades e Território |
| spelling | doaj-art-e4b5fecf38da4bebb104f4370796ea1c2025-08-20T02:32:53ZengDINÂMIA’CET – IUL, Centre for Socioeconomic and Territorial StudiesCidades, Comunidades e Território2182-30302017-06-0134A tectónica da infra-estrutura: construir o espaço público na cidade alargadaRodrigo CoelhoTendo em conta a encruzilhada de conceitos, de contradições e indefinições que tendem a fragilizar do ponto de vista disciplinar, não apenas o saber teórico e prático, mas também o papel do arquitecto e da arquitectura, na definição do espaço público e da cidade, e tendo em conta a maior complexidade e a maior incerteza no que diz respeito aos processos de construção da cidade e do espaço público, este texto procura evidenciar, a partir de um exemplo concreto – as intervenções realizadas no espaço público no âmbito da 1ª fase do projecto do metro do Porto – a plausibilidade e necessidade de (continuar a) pensar e materializar o espaço público na cidade contemporânea enquanto suporte projectado e construído dotado de desígnios e de formas precisas e significantes.Fundamentalmente procuraremos salientar a urgência da reafirmação do papel urbanístico do espaço público na construção da cidade presente e futura e, consequentemente, na necessidade de identificação e justificação do valor ou significado do projecto, ou seja, na relevância que o acto de projectar e construir o espaço público ainda pode ter, em particular na cidade alargada1. A 1ª fase do projecto do Metro do Porto, que teve como coordenador geral Eduardo Souto de Moura, e se tem vindo a materializar no terreno entre 1999 e 2008, permitiu não apenas afirmar a potencialidade das intervenções do metro enquanto elementos estruturantes de um urbano mais disperso (permitindo a requalificação contínua de importantes tramos urbanos), como tornou possível o reconhecimento de uma “nova tectónica” para o conjunto metropolitano.https://journals.openedition.org/cidades/448espaço públicoinfra-estruturaprojecto urbanotectónica metropolitanacidade contemporânea |
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