Estado e amizade
O presente artigo pretende apresentar um novo ponto de partida para explicar e justificar o poder político: a amizade. Como tal, ele tem um carater programático. Em virtude dessa finalidade, ele analisa, de forma muito resumida e, necessariamente, generalizante, o discurso filosófico atual sobre o...
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| Format: | Article |
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2012-08-01
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| Series: | Ethic@: an International Journal for Moral Philosophy |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/view/26205 |
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| author | Konrad Utz |
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O presente artigo pretende apresentar um novo ponto de partida para explicar e justificar o poder político: a amizade. Como tal, ele tem um carater programático. Em virtude dessa finalidade, ele analisa, de forma muito resumida e, necessariamente, generalizante, o discurso filosófico atual sobre o poder político e idenficia o comunitarismo e o contratualismo como suas vertentes mais fortes, quase exclusivas. Ambas são criticadas pelo princípio unilateral da identidade implicitamente pressuposto por elas. A Filosofia Política da Amizade é proposta como alternativa a essas, já que seu princípio fundamental é capaz de dar conta não apenas da união e da indentidade, mas também da diferença e da alteridade irredutível. Este princípio é introduzido e desdobrado a partir da Teoria da Amizade de Aristóteles. Em seguida, algumas consequências de tal filosofia política para os debates atuais são resumidamente esboçadas.
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| issn | 1677-2954 |
| language | English |
| publishDate | 2012-08-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| series | Ethic@: an International Journal for Moral Philosophy |
| spelling | doaj-art-e3f5f977dfe44e0192e0bd7a1e8d3b842025-08-20T02:40:36ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaEthic@: an International Journal for Moral Philosophy1677-29542012-08-0111110.5007/1677-2954.2012v11n1p8718761Estado e amizadeKonrad Utz0UFC O presente artigo pretende apresentar um novo ponto de partida para explicar e justificar o poder político: a amizade. Como tal, ele tem um carater programático. Em virtude dessa finalidade, ele analisa, de forma muito resumida e, necessariamente, generalizante, o discurso filosófico atual sobre o poder político e idenficia o comunitarismo e o contratualismo como suas vertentes mais fortes, quase exclusivas. Ambas são criticadas pelo princípio unilateral da identidade implicitamente pressuposto por elas. A Filosofia Política da Amizade é proposta como alternativa a essas, já que seu princípio fundamental é capaz de dar conta não apenas da união e da indentidade, mas também da diferença e da alteridade irredutível. Este princípio é introduzido e desdobrado a partir da Teoria da Amizade de Aristóteles. Em seguida, algumas consequências de tal filosofia política para os debates atuais são resumidamente esboçadas. https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/view/26205 |
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