Correlatos bioquímicos da depressão em crianças

O grau de depressão em 88 crianças abandonadas foi analisado por escala de avaliação de depressão adaptada para crianças na pré-puberdade. Os itens da escala foram agrupados em três dimensões: sociológico-relacional, psicológica e biológica. Em 46 crianças desta amostra foram dosados o Cortisol plas...

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Main Authors: E.A. Queiroz, A. B. Lombardi, C.R.H. Santos Furtado, C. C. D. Peixoto, T. A. Soares, Z. L. Fabre, J. C. Basques, M. L. M. Fernandes, J. R. S. Lippi
Format: Article
Language:English
Published: Thieme Revinter Publicações 1991-12-01
Series:Arquivos de Neuro-Psiquiatria
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X1991000400008&lng=en&tlng=en
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Summary:O grau de depressão em 88 crianças abandonadas foi analisado por escala de avaliação de depressão adaptada para crianças na pré-puberdade. Os itens da escala foram agrupados em três dimensões: sociológico-relacional, psicológica e biológica. Em 46 crianças desta amostra foram dosados o Cortisol plasmático e a excreção urinária de. catecolamina, VMA, HVA e 5-HIAA. Pela análise dos principais componentes, mostraram-se mais importantes, na amostra, as dimensões sociológica e psicológica, seguidas dos componentes idade e catecolamina. O grupo de crianças do sexo masculino com depressão apresentava maior nível de excreção urinária de catecolamina e menor pico de Cortisol plasmático que o grupo sem depressão. A variável idade, em ambos os sexos, correlacionava-se à variável catecolamina. Alterações bioquímicas estão presentes em crianças com depressão, mas é difícil demonstrar correlação de dependência entre elas e aspectos fenomenológicos da depressão.
ISSN:1678-4227