Fotografia: câmara clara ou caixa preta?

A proposta central do ensaio é ler A câmara clara (1980), de Roland Barthes, em contraposição à Filosofia da caixa preta (1983), de Vilém Flusser. Este encontro, porém, ocorre apenas na parte final do texto. Antes, este trabalho julgou interessante ler criticamente outros conhecidos ensaios sobre...

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Bibliographic Details
Main Author: Rafael Alonso
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2016-01-01
Series:Outra Travessia
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/48395
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Description
Summary:A proposta central do ensaio é ler A câmara clara (1980), de Roland Barthes, em contraposição à Filosofia da caixa preta (1983), de Vilém Flusser. Este encontro, porém, ocorre apenas na parte final do texto. Antes, este trabalho julgou interessante ler criticamente outros conhecidos ensaios sobre a fotografia, como os de Walter Benjamin, Siegfried Kracauer e Susan Sontag. Também é conferida atenção especial a O imaginário (1940), de Jean-Paul Sartre, obra à qual Barthes dedica seu livro sobre a fotografia. O objetivo deste ensaio, no geral, é refletir sobre como os teóricos acima lidam com o referente, bem como com um possível “fora” da imagem. O caminho escolhido tende a anular a problemática separação entre o “mundo real” e o “mundo da imagem”.  
ISSN:1807-5002
2176-8552