Análise epidemiológica dos casos de Aids no Sudeste brasileiro de 2010 a 2019
Introdução: A epidemia de HIV e Aids representa um dos maiores problemas de saúde pública atualmente. No Brasil, estima-se que apenas 83 % das pessoas vivendo com HIV conhecem seu diagnóstico e somente 46 % possuem carga viral indetectável. Isso evidencia a necessidade de estudos voltados à compreen...
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| Published: |
Universidad de Costa Rica
2021-12-01
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| Series: | Población y Salud en Mesoamérica |
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| Online Access: | https://revistas.ucr.ac.cr/index.php/psm/article/view/46802 |
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| author | Isabela Martins Rodrigues Bárbara Martins Faria Leticia Verri Marquez Uriel da Silva Pires Vinícius Ferreira Rende William Nicoleti Turazza da Silva Stefan Vilges de Oliveira |
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| description | Introdução: A epidemia de HIV e Aids representa um dos maiores problemas de saúde pública atualmente. No Brasil, estima-se que apenas 83 % das pessoas vivendo com HIV conhecem seu diagnóstico e somente 46 % possuem carga viral indetectável. Isso evidencia a necessidade de estudos voltados à compreensão do HIV e da Aids no Brasil, para a melhora das políticas públicas. Assim, o objetivo deste estudo é realizar um levantamento de dados sobre o perfil epidemiológico de pacientes portadores de Aids no Sudeste brasileiro. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, de caráter quantitativo. Os dados foram obtidos no SINAN. A análise restringiu-se ao período de janeiro de 2010 a junho de 2019. Resultados: No período analisado, o ano de 2017 apresentou a maior prevalência da doença (11,97 %). Além disso, observa-se uma tendência de crescimento no número de casos entre 2010 e 2014 e uma tendência decrescente nos últimos anos. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de novos casos (21,90 %) da Região Sudeste. Observou-se que os grupos com maior incidência de casos foram: sexo masculino (71,1 %), jovens e adultos (79,37 %), cor branca (46,67 %), ensino médio completo (19,71 %) e heterossexuais (46,94 %). Contudo, foi observado um aumento relativo da incidência entre homens homossexuais e entre os pardos. Além disso, a principal forma de transmissão foi via sexual (78,09 %). Conclusão: O estudo concluiu que são necessárias mais pesquisas acerca do tema, para acompanhar a epidemiologia da Aids e orientar medidas governamentais eficientes. |
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| publisher | Universidad de Costa Rica |
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| series | Población y Salud en Mesoamérica |
| spelling | doaj-art-8564fe0bc5834b738c5485c9c628bccc2025-08-20T03:14:07ZengUniversidad de Costa RicaPoblación y Salud en Mesoamérica1659-02012021-12-0119Análise epidemiológica dos casos de Aids no Sudeste brasileiro de 2010 a 2019Isabela Martins Rodrigues0Bárbara Martins Faria1Leticia Verri Marquez2Uriel da Silva Pires3Vinícius Ferreira Rende4William Nicoleti Turazza da Silva5Stefan Vilges de Oliveira6Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILUniversidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, Minas Gerais, BRASILIntrodução: A epidemia de HIV e Aids representa um dos maiores problemas de saúde pública atualmente. No Brasil, estima-se que apenas 83 % das pessoas vivendo com HIV conhecem seu diagnóstico e somente 46 % possuem carga viral indetectável. Isso evidencia a necessidade de estudos voltados à compreensão do HIV e da Aids no Brasil, para a melhora das políticas públicas. Assim, o objetivo deste estudo é realizar um levantamento de dados sobre o perfil epidemiológico de pacientes portadores de Aids no Sudeste brasileiro. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, de caráter quantitativo. Os dados foram obtidos no SINAN. A análise restringiu-se ao período de janeiro de 2010 a junho de 2019. Resultados: No período analisado, o ano de 2017 apresentou a maior prevalência da doença (11,97 %). Além disso, observa-se uma tendência de crescimento no número de casos entre 2010 e 2014 e uma tendência decrescente nos últimos anos. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de novos casos (21,90 %) da Região Sudeste. Observou-se que os grupos com maior incidência de casos foram: sexo masculino (71,1 %), jovens e adultos (79,37 %), cor branca (46,67 %), ensino médio completo (19,71 %) e heterossexuais (46,94 %). Contudo, foi observado um aumento relativo da incidência entre homens homossexuais e entre os pardos. Além disso, a principal forma de transmissão foi via sexual (78,09 %). Conclusão: O estudo concluiu que são necessárias mais pesquisas acerca do tema, para acompanhar a epidemiologia da Aids e orientar medidas governamentais eficientes.https://revistas.ucr.ac.cr/index.php/psm/article/view/46802Síndrome de Imunodeficiência AdquiridaHIVRetroviridaeEpidemiologia |
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