Angiofibroma juvenil:16 anos de experiência
Objectivos: Avaliação casuística do serviço de ORL do IPOLFG-EPE; definição da embolização prévia à cirurgia como factor predisponente para a persistência/recidiva do angiofibroma juvenil. Material e métodos: Estudo retrospectivo de 28 doentes submetidos a cirurgia por angiofibroma juvenil nos ano...
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| Published: |
Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery
2009-03-01
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| Series: | Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço |
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| author | Carla d'Espiney Amaro Pedro Montalvão Miguel Magalhães Lucian Rhadu Nuno Santiago João Olias |
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| collection | DOAJ |
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Objectivos: Avaliação casuística do serviço de ORL do IPOLFG-EPE; definição da embolização prévia à cirurgia como factor predisponente para a persistência/recidiva do angiofibroma juvenil.
Material e métodos: Estudo retrospectivo de 28 doentes submetidos a cirurgia por angiofibroma juvenil nos anos de 1990 a 2007. Avaliação da significância estatística com estudo de Spearman.
Resultados: Dos doentes, 5 apresentavam tumor no estadio IA, 1 no estadio IB, 1 no estadio IIA, 3 no estadio IIB, 7 no estadio IIIA, 2 no estadio IIIB e 4 em estadio desconhecido. Em 51.7% fez-se embolização pré-operatória. Após o tratamento inicial, obteve-se 25.9% de persistências e 11.1c/0 de recidivas. Após a 2ª intervenção, obteve-se 18:5°/0 de persistência/recidiva. A correlacção entre embolização e a persistência do tumor não foi estatisticamente significativa (p 0.086).
Conclusão: O angiofibroma juvenil é diagnosticado em estadios avançados. A embolização prévia à cirurgia, não tem, neste estudo, influência na persistência do tumor.
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| format | Article |
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| institution | DOAJ |
| issn | 2184-6499 |
| language | English |
| publishDate | 2009-03-01 |
| publisher | Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery |
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| series | Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço |
| spelling | doaj-art-3564390666e341819e371611b1ac37a72025-08-20T03:23:46ZengPortuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck SurgeryRevista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço2184-64992009-03-0147110.34631/sporl.33Angiofibroma juvenil:16 anos de experiênciaCarla d'Espiney Amaro0Pedro Montalvão1Miguel Magalhães2Lucian Rhadu3Nuno Santiago4João Olias5Médica dos Quadros da Marinha, Interna do complementar ORL no Hospital de São José, PortugalAssistente Hospitalar Graduado de ORL do IPO de Lisboa, PortugalChefe de Serviço de ORL do IPO de Lisboa, PortugalProfessor Auxiliar da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa, PortugalProfessor, Director Jubilado do Serviço de ORL do IPO de Lisboa, PortugalProfessor, Director do Serviço de ORL do IPO de Lisboa, Portugal Objectivos: Avaliação casuística do serviço de ORL do IPOLFG-EPE; definição da embolização prévia à cirurgia como factor predisponente para a persistência/recidiva do angiofibroma juvenil. Material e métodos: Estudo retrospectivo de 28 doentes submetidos a cirurgia por angiofibroma juvenil nos anos de 1990 a 2007. Avaliação da significância estatística com estudo de Spearman. Resultados: Dos doentes, 5 apresentavam tumor no estadio IA, 1 no estadio IB, 1 no estadio IIA, 3 no estadio IIB, 7 no estadio IIIA, 2 no estadio IIIB e 4 em estadio desconhecido. Em 51.7% fez-se embolização pré-operatória. Após o tratamento inicial, obteve-se 25.9% de persistências e 11.1c/0 de recidivas. Após a 2ª intervenção, obteve-se 18:5°/0 de persistência/recidiva. A correlacção entre embolização e a persistência do tumor não foi estatisticamente significativa (p 0.086). Conclusão: O angiofibroma juvenil é diagnosticado em estadios avançados. A embolização prévia à cirurgia, não tem, neste estudo, influência na persistência do tumor. https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/2424anglofibroma juvenilembolizaçãopersistênciarecidiva |
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