Cuidados vocais: Truques e mitos!
Objectivo: Caracterizar os comportamentos não especializados relacionados com a voz, tendo em vista o estudo dos hábitos e das práticas para-terapêuticas, realizados por profissionais da voz. Desenho de estudo: Transversal Material e métodos: Foi desenvolvido um inquérito, distribuído por difer...
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| Main Authors: | , , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery
2014-09-01
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| Series: | Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/2853 |
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| _version_ | 1849472957602070528 |
|---|---|
| author | Conceição Peixoto José Bastos Carlos Ribeiro |
| author_facet | Conceição Peixoto José Bastos Carlos Ribeiro |
| author_sort | Conceição Peixoto |
| collection | DOAJ |
| description |
Objectivo: Caracterizar os comportamentos não especializados relacionados com a voz, tendo em vista o estudo dos hábitos e das práticas para-terapêuticas, realizados por profissionais da voz.
Desenho de estudo: Transversal
Material e métodos: Foi desenvolvido um inquérito, distribuído por diferentes grupos de profissionais da voz, versando vários aspectos relacionados com a formação desses profissionais, hábitos e cuidados relacionados com a voz, queixas e tratamentos efetuados. Dado especial destaque para as formas terapêuticas alternativas, designadas por mezinhas.
Resultados: Foram avaliados 134 inquéritos. A maioria da população inquirida era do sexo feminino (67,2%), com uma idade média de 43 anos. 73,8% utilizam a voz profissionalmente e 38,8% possuem hobbies relacionados com o uso vocal. 59,7% afirmaram ter conhecimentos de higiene vocal, embora 68,8% não têm conhecimentos de técnica vocal. De entre as mezinhas, o mel isoladamente (64,2%) ou a sua associação com limão (56,7%) são as mais usadas.
Conclusão: É necessária mais formação e informação entre os profissionais da voz. Vários hábitos e formas terapêuticas alternativas foram identificados e precisam ser desmistificados.
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| format | Article |
| id | doaj-art-0ccb46a9ad564cc1be7cb1c32fdd1d0f |
| institution | Kabale University |
| issn | 2184-6499 |
| language | English |
| publishDate | 2014-09-01 |
| publisher | Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery |
| record_format | Article |
| series | Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço |
| spelling | doaj-art-0ccb46a9ad564cc1be7cb1c32fdd1d0f2025-08-20T03:24:21ZengPortuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck SurgeryRevista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço2184-64992014-09-0152310.34631/sporl.448Cuidados vocais: Truques e mitos!Conceição Peixoto0José Bastos1Carlos Ribeiro2Interno Complementar de ORL – Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, EPE - CHCAssistente Hospitalar Graduado de ORL – Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, EPE - CHCDiretor do Serviço de ORL – Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, EPE - CHC Objectivo: Caracterizar os comportamentos não especializados relacionados com a voz, tendo em vista o estudo dos hábitos e das práticas para-terapêuticas, realizados por profissionais da voz. Desenho de estudo: Transversal Material e métodos: Foi desenvolvido um inquérito, distribuído por diferentes grupos de profissionais da voz, versando vários aspectos relacionados com a formação desses profissionais, hábitos e cuidados relacionados com a voz, queixas e tratamentos efetuados. Dado especial destaque para as formas terapêuticas alternativas, designadas por mezinhas. Resultados: Foram avaliados 134 inquéritos. A maioria da população inquirida era do sexo feminino (67,2%), com uma idade média de 43 anos. 73,8% utilizam a voz profissionalmente e 38,8% possuem hobbies relacionados com o uso vocal. 59,7% afirmaram ter conhecimentos de higiene vocal, embora 68,8% não têm conhecimentos de técnica vocal. De entre as mezinhas, o mel isoladamente (64,2%) ou a sua associação com limão (56,7%) são as mais usadas. Conclusão: É necessária mais formação e informação entre os profissionais da voz. Vários hábitos e formas terapêuticas alternativas foram identificados e precisam ser desmistificados. https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/2853Profissionais da vozMitosTratamento |
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