Impacto dos exergames no perfil antropométrico, condicionamento cardiorrespiratório e autonomia funcional em indivíduos com síndrome de Down

O objetivo do estudo foi verificar o efeito dos exergames no perfil antropométrico, aptidão cardiorrespiratória e autonomia funcional em indivíduos com síndrome de Down (SD). Pesquisa aprovada sob protocolo nº 1.180.516 e CAAE 45756115.5.0000.5285. A amostra foi composta por 11 participantes (29,9±...

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Main Authors: Sayd Douglas Rolim Carneiro Oliveira, Estélio Henrique Martin Dantas, Henrique da Silva Diláscio, Brisa D’Louar Costa Maia, Laila Cristina Moreira Damázio, César Augusto de Souza Santos, Renato Ramos Coelho, Andrea Carmen Guimarães
Format: Article
Language:English
Published: FEADEF 2023-01-01
Series:Retos: Nuevas Tendencias en Educación Física, Deportes y Recreación
Subjects:
Online Access:https://recyt.fecyt.es/index.php/retos/article/view/92681
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Summary:O objetivo do estudo foi verificar o efeito dos exergames no perfil antropométrico, aptidão cardiorrespiratória e autonomia funcional em indivíduos com síndrome de Down (SD). Pesquisa aprovada sob protocolo nº 1.180.516 e CAAE 45756115.5.0000.5285. A amostra foi composta por 11 participantes (29,9±9,46 anos) com SD de ambos os sexos (4 mulheres e 7 homens) do Laboratório de Pesquisa e Intervenção Psicossocial (LAPIP) da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ). ). Foram excluídos os indivíduos com qualquer condição clínica que pudesse ser agravada pelo exercício físico (EF). A aptidão cardiorrespiratória (CA), índice de massa corporal (IMC), relação cintura-quadril (RCQ) e autonomia funcional (Protocolo GDLAM) foram avaliados. Inicialmente houve uma adaptação ao ambiente virtual por 4 semanas, depois o período de intervenção foi de 16 semanas, 3 vezes por semana em dias alternados, com duração de 60 min, utilizando a ferramenta Xbox 360™ e Kinect™. Os resultados mostram que o IMC foi significativamente reduzido no pré-teste (27,25±6,73) em relação ao pós-teste (26,95±6,82), em ambos os grupos. A RCQ do grupo feminino no pré e pós teste foi de 0,89 ± 0,004 e 0,84 ± 0,03, respectivamente, no grupo masculino no pré e pós teste foi de 0,95 ± 0,08 e 0,90 ± 0,08, respectivamente. Para CA, as médias pré e pós-teste foram 31,63±5,78 e 27,81±4,79 para ambos os grupos. A autonomia funcional teve média inicial (IG) de 38,62±10,86, caindo significativamente para 24,17±7,46 após exercício físico com exergames (p<0,005), em ambos os sexos. O estudo concluiu que os exergames trouxeram melhorias significativas nos parâmetros relacionados à CA, IMC, RCQ e autonomia funcional em pessoas com SD, melhorando assim sua qualidade de vida. Palavras-chave: Exercício Físico; Autonomia Funcional; Parâmetros Antropométricos; Parâmetros cardiorrespiratórios; Exergames.
ISSN:1579-1726
1988-2041